PB
Desci as
e
s
c
a
d
a
s
em preto e branco das palavras.
Só
o silêncio é
c o l o ri d o.
PB
Desci as
e
s
c
a
d
a
s
em preto e branco das palavras.
Só
o silêncio é
c o l o ri d o.
Ai como tenho a aprender!
Ter como solução a liberdade
Entendendo a construção do saber
Realizando a individualidade
Acreditando, mas na crença não me ater.
Sou criança perante a eternidade,
Minha estrada, sigo certa, sem querer,
como um rumo que a vida me oferta,
como o vento que me sopra onde quer...
Ai como eu tenho a aprender!
Paixão talvez seja prisão
Sinceramente isso eu quero transcender!
Sou pequena, tenho força, tenho fé
A sincronicidade me ajuda a enxergar
os efeitos cujas causas sou autora (ou atriz?),
Os tormentos que eu tenho de viver .
Ai como eu quero aprender!
Ai como eu quero aprender!
Eu escolho a vida!
ao amor, menos ferida.
Desisto da dor,
do desejo,
do pudor.
Sorrio para o natural:
Quero não,
quero sim.
Suporto o querer
Aprendo a entender
Entendo o aprender.
Me desfaço de mim,
abraço o vital,
coloco-me ao meio:
entre os opostos
me encaixo.
De laços?
Quero apenas os braços:
Juntos e fortes e calmos...
Eu escolho não saber!
Ao amor, menos orgulho.
Eu quero o prazer
da dança,
da flauta.
Choro pelo artificial!
Quero ser.
Quero agir.
Quero o suportar,
Prefiro não opinar,
Opto pelo não proferir.
Me encontro assim:
Vitalizando o abraço,
o meio me posiciona
entre o oposto do avesso,
na luz do encontro
de braços
que são como laços:
Calmos e fortes e juntos...