Algumas Verdades aleatórias separadas por quatro linhas imaginárias
São minhas veja bem.
Ver-te
Verde
que te quero
vivo.
Quente.
Dia.
Sol.
Sorriso.
e ainda timbro e ando sem dar de ombros aos sinos do assombro das sombras e rombos nas almas cansadas eu ainda timbro nas vibrações trepidantes dos contrastes de trastes e virtudes tortuosas no tremelique cortante do batuque tique-tique dos dedos com algumas unhas crescidas fazendo música na mesa me madeira claro-escuro-morna eu escuto o tic tac sem dar por isso no relógio do ócio da sala e os potocós com suas pernas são os únicos que o povo gosta quando dão as costas um pouco de escravidão, não? são quase motocas mas com um coração que bate dentro que é preso nas rédeas das mãos do cavaleiro potocoa-dor ah mãos cansadas de tantos nadas pranto, prato, planto que nada! minha boca é de risadas porque minhas costelas são de cócegas ai que horror! entenda sem entender veja sem olhar costure os pontos que não existem acostume-se a desacostumar pode deve tentar sem temer o amor de recriar